Lindão,
Acho que a empresa que um dia teremos certamente será desse jeito.
Mas, fazendo parte de uma superestrutura, a questão que me vem à mente é: é possível formar uma unidade menor tesão dentro dela?
Meu chute é: talvez, se ela estiver apta e autorizada a produzir algo que tenha relevância no mundo exterior.
Como sabemos, briefs criativos não vão pra a rua. Portanto, a melhor recomendação estratégica ou o melhor brief criativo do mundo não têm relevância alguma se não gerarem um produto criativo igualmente bom - e que vá pra rua.
Mas e se o output dos planners deixasse de ser um briefs criativos, e passasse a ser produtos criativos?
Tais produtos criativos podem ser frutos corporativos (gerados a partir de um job), pessoais (gerados a partir de um desejo individual) ou uma mistura de ambos (o que, de certa forma, geraria uma espécie de mecenato de idéias).
Isso transformaria essa unidade num lugar mais bacana de se trabalhar, ao mesmo tempo em que mudaria o grau de responsabilidade dessa disciplina? Ou soaria apenas como subversão e sobreposição de papéis?
Bacio,
Ken

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